O cenário da política brasileira, embora com as redes sociais, com as mídias tradicionais e alternativas dos tempos atuais, está aí, mudando seus paradigmas, renovando suas trajetórias, refinando suas ideias. Isso não quer dizer que estamos prestes à mudar tudo, repentinamente. Muito pelo contrário. Esse é ainda um momento lento em busca de transformações essenciais em nosso planeta, não apenas dentro de um pequeno município, em que todas as tribos tenderão à reformas, ainda que a grandes esforços, como também e principalmente dentro de um contexto planetário, que agita-se como uma borboleta saindo de seu casulo.

Em dados momentos, todos nós, em qualquer nível de desenvolvimento pessoal, espiritual, financeiro, etc, somos convidados à transformar nossa realidade, abolindo certas práticas, as vezes retrógradas, para outros caminhos mais progressistas, evolucionistas. 


A evolução está em tudo. E quem não evolui com o tempo, estagna-se, parando em qualquer lugar, vendo outros sumirem à sua frente enquanto fica sentado na calçada vendo o tempo passar.

Sou seguidor de uma doutrina que acredita piamente que o homem deve lutar em busca do progresso pessoal e coletivo. Ela nos ensina que não estamos nesse mundo por um mero capricho do acaso, assim como também nos informa que não foi apenas pelo ato sexual que nós passamos à existir, graças a mamãe e a papai. Somos muito mais que isto!

Eu sempre gostei de falar de assuntos que chamasse atenção daqueles que leem minhas linhas, postadas neste blog já há alguns anos. Mas, também, sempre tive vontade de falar de outros assuntos, outros focos, fora do reduto político. Não que pretenda abandonar tudo o que construí, até agora, muito pelo contrário. Mas, é certo que há outros assuntos que merecem uma olhada, sob uma ótica não robotizada, como estamos cansados de ver em outras páginas.

Por isso, pensando e repensando todas as minhas falas, lendo e relendo algumas de minhas postagens anteriores, decidi que tá mais do que na hora de voltar à tratar de assuntos como eu comentava antes. Espiritualidade, religião, sexualidade, política, assuntos gerais, voltarão à dar as caras em minha página oficial.

Isso não quer dizer, repito, que eu pretenda abandonar minha linha de pensamento, nem minhas publicações. Antes, à bem da verdade, quero ter o prazer de escrever sobre o que gosto e não ficar apenas num contexto infinito, com repetecos casuísticos, num mesmo assunto que todos já conhecem o princípio, o meio e o fim.

Gosto dos bastidores da política, é claro, mas venho me encabulando com algumas coisas e estou me cansando de encontrar pelo caminho o mesmo cenário: políticos corruptos e eleitores igualmente corruptos, corrompendo-se na linha da compra e venda de votos, com um loop sem fim, em que depois de eleitos, os que ganharam as eleições passam à desprezar os cidadãos, e estes à reclamar na mesma música, em que tornam à sofrer por conta de suas burrices por aceitar as facilidades do meio politiqueiro, não fazendo a coisa certa na hora do voto.

Hoje eu tô com vontade de mais coisas do que antes, e acredito mesmo que já consegui dar minha cota de contribuição para a sociedade em que vivo. E mesmo passando por ameaças dos políticos corruptos de minha terra e pela tentativa de morte destes contra mim, graças à Deus, continuo aqui para contar e recontar meus passos.

Por isso, e não apenas por isso, estou me preparando para trazer assuntos que gosto de comentar, aqui nesse blog, para apreciação de meus amigos e amigas, leitoras e leitores que me acompanham até hoje. Alguns é claro, como é natural de ser, deixarão de me acompanhar, já que esperam que o blogueiro entre num eterno pé de guerra contra a corrupção e os corrutos, estando à frente de balas que não são de borrachas, contra um corpo que não é de aço.

Mas, pouco me importarei, de verdade, com esses. Tenho mais o que falar e o que pensar do que atender à pedidos daqueles que não mexem uma palha por si mesmos nem por suas melhoras, antes, esperam que outros façam, descansando em seus sofás ou cadeiras confortáveis, sem assumirem nenhum risco, sem lutarem à seu favor.

Quanta coisa boa teremos para tratar por aqui. E é por isso que lhes convido à acompanhar essa página, também pelas redes sociais que participo, para conversarmos sobre espiritualidade, religião, vida social, sexualidade, assuntos relevantes, além de tudo o que envolva temas empolgantes que gerem uma polêmica positiva aliado à um repensar.

Em todos esses anos que estive em certo destaque passei á ser conhecido como polêmico e supostamente gostar de gerar polêmica. Não contrario os que de mim pensam assim. Mas tá na hora de conversar outras conversas, de maneira descontraída, sem as presas que muitos tem.

Não sou jornalista, nem repórter. Sou blogueiro! E aprendi, desde o inicio do mundo blogger que blogar é expor ideias, pensamentos, conceitos, mesmo correndo o risco de ser contrariado ou contradito por outrem. 

Felizmente, não tenho compromisso com essa ou aquela corrente política. E é por isso que posso "surfar" em todos os lados sem, necessariamente me contaminar por nenhuma dessas linhas. Esse diferencial, claro, me deixa livre, mas incomoda aqueles que estão acostumados à comprar certos blogueiros ou jornalistas para que escrevam sempre bem deles. Não foi à toa que tentaram me matar. Eu sempre denunciei a corrupção do meio político de minha cidade. De alguma forma, tentaram me calar. Tentaram, mas não conseguiram!

Tenho, porém, um compromisso sério com minha consciência e minha forma filosófica, social e espiritual de enxergar o mundo à minha volta. Mas, porém, não esperem de mim uma condição missionária. Isso é frescura de mais, e estou muito longe dessa falsa santidade e missão que alguns dizem estar empossados.

Não tenho obrigação de concordar com tudo ao meu redor, seja por que um líder religioso falou, seja por que alguém diga ter recebido tais palavras da "boca de Deus", ou seja lá o que for. Estou muito longe de acreditar em visões fáceis, dos que dizem-se profetas dos últimos tempos, videntes, etc...

Também, ao tratar de espiritualidade ou religião, não esperem que eu diga amém à tudo o que os outros acreditam. Talvez eu esteja na contramão da correnteza, em se falando de assuntos ligados à igrejas, templos, fé, etc...

Mas, enfim, o que estou preparando é um blog pessoal com publicações diferentes de tudo aquilo que vinha publicando já há alguns anos. Pretendendo, ainda assim, contribuir, de alguma forma com um plano de novos entendimentos, racionalmente falando, no mundo dos blogueiros, com uma pegada espiritualista com o fim de incutir, de alguma forma, momentos para boas discussões. 
Ao adiar para o dia 14 de novembro as oitivas do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre o sítio de Atibaia, previstas para serem realizadas em 27 de agosto e 11 de setembro, o juiz Sérgio Moro cometeu o ato falho de confirmar que persegue o líder nas intenções de voto para a eleição presidencial de outubro.

Juiz Sergio Moro vive uma paixão judicial contra Lula

Em seu despacho, Moro alegou que está com diversas ações penais “com acusados presos preventivamente e que ainda não foram julgadas”. O juiz de Curitiba acrescenta que a mudança nas datas para ouvir Lula “permitirá que o Juízo foque esforços nessas ações que, por lei, têm preferência na tramitação”.
Ou seja, se essas ações a que se refere Moro têm “preferência na tramitação”, furar a fila com julgamentos apressados dos processos contra Lula apenas confirma a sanha do juiz em perseguir o ex-presidente. Aliás, como fez na velocidade que empreendeu no processo do tríplex, no que foi acompanhado pelos desembargadores do TRF-4.

Em despacho que adiou audiência de Lula,  juiz Sergio Moro cometeu o ato falho de confirmar que persegue o ex-presidente

É falsa a afirmação de Moro de que o adiamento teve o objetivo de “evitar a exploração eleitoral dos interrogatórios”, por coincidir o dia 11 de setembro com o período da campanha eleitoral, coincidência que o juiz descobriu somente agora. Na verdade, Moro avaliou que impor a Lula um novo constrangimento a essa altura do campeonato só ajudaria a encher ainda mais o balaio de votos do petista.
O resultado é que Lula chegou a este 15 de agosto, data limite para o registro de sua candidatura, ficha mais do que limpa em seu domicílio eleitoral, São Bernardo do Campo, onde a Justiça paulista não registra nenhuma condenação contra o ex-presidente em primeira instância, muito menos em segunda.
O fato é que Moro queria tirar Lula da eleição de qualquer jeito, e nem conhecia a legislação eleitoral. Para inviabilizar o registro da candidatura de Lula, a condenação deveria ter ocorrido em São Paulo, e não no Paraná.
Em sua vontade incontrolável de perseguir Lula e julgá-lo em seu quintal, Moro acabou por demonstrar sua ignorância sobre as leis do país.
Assim se comportam também os procuradores da República da Operação Lava Jato, aprendizes de feiticeiro na nobre arte da Justiça. Justiça que pretendem feita com julgamento sumário, sem direito a defesa, em que o devido processo legal é substituído por delações remuneradas pela nova moeda da libertação e sustentadas por “provas ideológicas”.
Foi dessa forma, mais uma vez, que esses procuradores se comportaram hoje quando voltaram a bombardear a defesa de Lula, cujos advogados querem ver afastados do processo. Não satisfeitos, querem silenciar Lula e censuram até a imprensa italiana, coisa que nem a ditadura ousou, pois limitou-se em calar a imprensa tupiniquim. Deviam ter vergonha, num momento em que 160 juristas brasileiros assinam um manifesto em favor da candidatura de Lula, proclamando a sua inocência.

Reproduzido do Pragmatismo Político.
Seis longos anos se passaram desde a minha aprovação em Medicina na UFS Campus de Lagarto, e com a proximidade da colação (faltam exatamente 100 dias) resolvi compartilhar um pouco da minha história.

Eu, João Santos Costa, negro, quilombola, filho de lavradores, nascido e criado na roça, filho do meio e integrante de uma família humilde composta por 11 irmãos e rodeada pela pobreza, chego ao fim de uma enorme batalha!


Atualmente com 24 anos de idade, sou oriundo da cidade de Simão Dias-Sergipe, nascido e crescido no povoado Sítio Alto, uma comunidade autodeclarada quilombola, formada por descendentes de escravos e que desde sua criação foi assolada pela pobreza e por precárias condições de vida e moradia. Desde criança já sabia que para poder melhorar a minha condição social e a da minha família teria que sair do paradigma que era comum onde eu morava (trabalhar na roça para prover o sustento) e me aventurar no mundo da educação e do conhecimento.

Confesso que não foi fácil nascer em uma família grande, pobre, que nem conseguia manter minimamente os filhos com itens básicos como alimentação e vestimenta e ainda conseguir estudar, principalmente para meus pais, analfabetos que mal conseguem assinar o próprio nome. Chegar na faculdade então? Uma utopia. Morava em uma comunidade em que poucos haviam chegado ao ensino médio, quiçá chegar à Universidade Federal.

Lembro-me que haviam momentos em que eu não sabia o que comeria no decorrer do dia, nem o que vestiria para ir estudar, nem se teria sapatos para calçar, mas eu nem pensava em faltar às aulas e muito menos em usar tais obstáculos como empecilhos para não buscar conhecimento e mudar de vida!

Mesmo estudando ainda assim trabalhava na lavoura, principalmente no período das férias escolares. Gostava muito de estudar e de frequentar a escola, porém o que prevalecia no momento era a vontade de sair da labuta desgastante, e mesmo assim louvável, que era a vida na roça. Outro ponto importante era a necessidade de poder proporcionar uma vida melhor e menos sofrida àquelas pessoas que tanto fizeram por mim e por meus irmãos: os meus pais.

Inicialmente sofri um pouco de resistência em virtude da situação familiar e das adversidades financeiras da época, mas me destacava cada vez mais na escola, pois sabia que a única opção para uma ascensão social e financeira era por meio dos estudos. Não desmereço a vida na lavoura pois foi graças a ela e aos esforços dos meus pais que cheguei aqui. Eles foram peças fundamentais para minha vitória! Muitas vezes os presenciei abdicando de suas refeições para proporcionarem o dejejum aos inúmeros filhos, para comprarem materiais escolares e proverem vestimentas, tudo muito simples, mas de coração. Não foi fácil!

Ao contrário de grande parte dos colegas de curso, estudei todo o meu ensino fundamental e médio em escola pública, com suas deficiências estruturais e de corpo docente. Porém, o importante é que nessa caminhada tive a sorte de encontrar pessoas compromissadas e que honraram a profissão. Agradeço de coração a cada um dos professores que conheci, que além de compartilharem seus conhecimentos científicos e materiais didáticos, compartilharam lições de cidadania, comportamento e empatia, e não menos importante, me prepararam para vida! Sem o apoio de cada um de vocês eu não poderia ter alçado meu voo e não teria chegado onde cheguei!

Estudei, estudei, estudei e os resultados chegaram! Aprovado com louvor no ensino fundamental e no médio! Até hoje tenho um amor enorme pelos professores e funcionários das escolas por onde passei.

Consegui meu primeiro emprego no último ano do ensino médio, uma época maravilhosa em minha vida. Vivia a dicotomia entre estudar para o ensino médio e trabalhar meio turno na Promotoria de Justiça de Simão Dias, estágio remunerado conseguido por méritos e fruto do meu desempenho acadêmico na escola estadual Dr. Milton Dortas, lugar onde eu estudava na ocasião. Percebi neste momento que se quisesse realizar o que tanto almejava teria que me esforçar cada vez mais e mais.

Apesar das dificuldades enfrentadas, como a falta de professores, matérias não dadas, calendário acadêmico atrasado e o estágio na promotoria, me aventurei no vestibular na tentativa de realizar meu sonho, que era entrar na universidade. Muitas vezes me questionava se seria possível, se eu era capaz. Recebi muitos comentários desencorajadores, de pessoas próximas inclusive, pelo fato de ser uma pessoa pobre, vindo da roça, negro e proveniente de escola pública.

Conseguir cursar medicina? Muitos consideraram improvável! Mas Deus e o destino foram maravilhosos comigo, proveram pessoas que me apoiaram e me incentivaram, que acreditaram no meu potencial e que me instigaram a provar para mim e para os incrédulos que eu conseguiria, e eu consegui!

O ápice foi a aprovação aos 17 anos de idade, em terceiro lugar, no curso de medicina da Universidade Federal de Sergipe, campus de Lagarto; curso que estou terminando com louvor e colhendo os frutos da minha dedicação e empenho. A aprovação no vestibular foi “O marco” em minha vida! Muita coisa estava em jogo, não só o meu futuro, mas também o da minha família.

Hoje em dia as coisas estão um pouco melhores, mas a minha família ainda passa por dificuldades, já que o sustento ainda é provido pelo trabalho na roça e por benefícios sociais de distribuição de renda. Sabia que cursar medicina teria seus custos, mas não me deixei abalar, corri atrás dos meus direitos sociais e me inscrevi no programa de residência universitária disponibilizado pela UFS e na bolsa permanência disponibilizada pelo MEC. Tenho o orgulho de dizer que não estressei meus pais com despesas nesses anos longe de casa, pois sabia que eles não teriam condições de arcar e que eu estaria tirando recursos que poderiam ser utilizados na criação dos meus irmãos.

Foram seis longos anos cheios de experiências agradáveis e desagradáveis, além de quatro greves, pois nada na vida é fácil. Conheci pessoas fantásticas, professores maravilhosos e assimilei lições importantes. Apanhei muito, não fisicamente, mas mentalmente. Horas de sono perdidas, matérias infinitas, tutoriais complexos. Mas tentei sempre extrair o que de bom existia nas adversidades, pois sabia que o mais difícil era conseguir passar no vestibular.

No pouco que vivi aprendi que quando as dificuldades baterem na sua porta deixe-as entrar! Nada melhor que os desafios para instigar a evolução humana. Acredito que se eu não tivesse tantas dificuldades não estaria me graduando em medicina, curso ainda elitizado e estereotipado em nossa sociedade. Mas a vida apenas está começando, o aprendizado sempre continua e nada é como antes.

Consegui suplantar os entraves proporcionados pela pobreza e pelo preconceito e hoje tenho orgulho de dizer que graças aos meus esforços e ao apoio de pessoas maravilhosas o negro saiu da “senzala”, o pobre saiu da roça e o aluno de escola pública está se formando em medicina em uma Universidade Federal.

Espero que este relato sirva de incentivo para aqueles que desejem realizar seus sonhos, por mais que pareçam impossíveis. Muito obrigado a todos que fizeram parte deste caminho até aqui, sem vocês e sem Deus eu não conseguiria.
O Partido Novo (PN), que se gaba de ser formado por “por cidadãos comuns, que nunca haviam se envolvido com política” e que é o “único partido que não usa dinheiro público, pois é mantido pelos filiados e doadores”, na verdade terá pouca novidade a acrescentar ao atual quadro político nacional. A começar por seu fundador e candidato à Presidência da República, cujo pedido de registro da candidatura foi apresentado nesta segunda-feira ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).


Ex-banqueiro, João Amoêdo foi o candidato que declarou o maior patrimônio até agora: R$ 425 milhões. Na declaração, o presidenciável inclui casas, apartamentos, carros, joias, quadros, objetos de arte, título de clube, aplicações, embarcação, salas comerciais e depósito em conta corrente, fortuna acumulada em uma bem-sucedida carreira em instituições financeiras.

Sócio e diretor financeiro do banco Fináustria (posteriormente incorporado pelo Itaú), Amoedo chegou à vice-presidência do Unibanco, em 2004. Um ano depois, deixou as tarefas executivas e foi eleito membro do Conselho de Administração do banco. Em 2009, passou a fazer parte do Conselho de Administração do Itaú-BBA, cargo que ocupou até 2015. De 2011 a 2017 foi, também, mem-bro do Conselho de Administração da João Fortes.

Candidato por um partido alinhado às ideias do liberalismo econômico, Amoêdo tem como incentivadores os também banqueiros Pedro Moreira Salles e Fernão Bracher (Itaú Unibanco), além do ex-presidente do Banco Central Armínio Fraga (Gávea Investimentos).

O Novo é o sexto partido a registrar candidatura a presidente. O prazo para requerer o registro se encerra às 19h desta quarta-feira e o TSE tem até 17 de setembro para apreciar todos os pedidos.

Texto dos Amigos do Presidente Lula
Tudo junto e misturado. Todos eles dirão uns dos outros que todos eles são bonzinhos, santinhos, etc...
Não é novidade que a cidade de Barreiros teve alguns investimentos que nos foram repassados pelo Governo Federal (PT), passando pelas mãos do Governo do Estado de Pernambuco, Eduardo Campos, do PSB e caindo nas graças do governo do Município, somando altas quantias, mas que, infelizmente, mesmo depois da Operação Reconstrução é como se a cidade nunca tivesse recebido qualquer investimento.

Fazendo uma análise, no cenário local, o que foi que mudou por aqui? Para quem acessa os portais de transparência pode constatar que dinheiro entrou na cidade, principalmente via Secretaria de Obras, mas que as mesmas obras é como se nunca tivesse sido executadas. Pouca mudança se encontra, principalmente nos bairros novos, criados depois da enchente criminosa de 2010.

Bairros como Rio Una, Baeté, Massa Falida e Barreiros Novo, atualmente, encontra-se em total abandono, com ruas esburacadas, pouca luminosidade, policiamento à nível de zero praticamente, infraestrutura pedindo socorro.

Para quem anda pelas ruas do Bairro Tibirí, vai encontrar mais uma situação extrema de abandono. Por lá também há ruas com asfalto danificado, a grande maioria sem qualquer "conhecimento" de calçamento. Esgoto à céu aberto, saneamento básico em completa cena de abandono. O caso é tão sério que eu nem preciso ir ao local tirar fotos, qualquer um poderá, à qualquer momento visitar o local que constatará à olho nu o que digo nessa publicação. Iluminação naquele bairro, também é um dos principais fatores de depreciação.

Seguindo para o Bairro da Santa Gorete, infelizmente, constata-se um olhar de abandono por parte do governo municipal, estadual e federal. É como se aquela comunidade de homens e mulheres de bem, não existisse.

Nas novas comunidade como Santa Clara, Fazenda São Francisco, Venâncio e demais setores, naquela região a situação é de lamentar. Várias famílias tem dificuldade de acesso, como se tivessem sido jogadas naquele local para serem em seguida, esquecidas. 

A infraestrutura daqueles locais vê-se de cara, pelo acesso às comunidade. 98% das ruas que tinham sido entregues como asfaltadas pelo governo do estado (PSB) hoje encontram-se sem asfalto, em terreno de barro batido. Não existem mais vestígios de capeamento asfáltico naquela localidade. Além de contarem com constantes falta de água e baixíssimas condições de iluminação.

Até mesmo o centro da cidade vive momentos de abandono por parte do poder público. Desde os governos anteriores, que a situação de Barreiros é de se lamentar.

Mas, o fato é que, dinheiro existe e são investidos quase que diariamente para obras de cuidados com a cidade, porém, não é o que vemos. Os mesmos investimentos que são chegados por aqui, vão para não se sabe aonde, já que não vemos a cidade crescer, desenvolver e evoluir.

É com um cenário sob estas condições que ex-prefeitos, ex-vereadores, atuais prefeitos e vereadores mostrarão aos barreirenses seus candidatos à deputados, senadores, governadores e presidente, em busca de seus votos.

E o que deverá ser um "marco" para os políticos locais é o que possivelmente servirá de alerta para todos os barreirenses conscientes: os políticos de nossa cidade estarão fazendo seus discursos, à favor de seus candidatos, no mesmo palanque, já que tanto o grupo de vereadores e administradores atuais, quando os antecessores, estão defendendo a mesma bancada eleitoral este ano.
Brasília 247 - Nesta quarta-feira, 15, em Brasília, acontece o registro oficial da candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva à presidência da república. Impedido de fazê-la pessoalmente por estar preso há mais de quatro meses na carceragem da Polícia Federal, em Curitiba, em um processo que dezenas de professores e juristas denunciam como perseguição judicial ao ex-presidente, Lula será representado no TSE por uma pequena comitiva, e nas ruas do Distrito Federal por milhares de pessoas de todo o Brasil.
De acordo com informações divulgadas pelos organizadores, o ato começa às 14 horas no Centro de Convenções Ulisses Guimarães e desce pelo Eixo Monumental até o Tribunal Superior Eleitoral, passando pelo Itamaraty. Além dos 5 mil camponeses da Marcha Nacional Lula Livre que se encontraram nesta terça-feira, 14, em Brasília, vindos de Formosa (GO), Luziânia (GO) e Engenho das Lages (DF), outras milhares de pessoas são aguardadas para se juntar à Marcha.
Em frente ao TSE haverá um trio elétrico que conduzirá a última parte do ato, a partir das 16 horas, de onde sairá a pequena comitiva que irá efetuar o registro da candidatura Lula. A expectativa é que a presidenta do PT, Gleisi Hoffmann, exiba para o povo o protocolo do registro.

Segundo informação do Uol, a Segunda Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) decidiu retirar do juiz Sergio Moro, da Justiça Federal do Paraná, depoimentos de seis delatores da Odebrecht que implicavam o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o ex-ministro dos governos petistas Guido Mantega em um suposto esquema de repasses ilegais ao PT.

A casa, dia à dia, tá caindo pro herói de fabriqueta.

Nesta terça-feira (14), por três votos a um, a Segunda Turma alterou decisão anterior do ministro Edson Fachin, relator das ações da Operação Lava Jato no STF, que determinou a remessa das delações à Justiça Federal do Paraná, onde Moro é responsável pelos processos da Lava Jato.

Votaram contra a decisão de Fachin os ministros Dias Toffoli, Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski. O ministro Fachin votou para manter sua decisão anterior no julgamento desta terça-feira. O ministro Celso de Mello, quinto integrante da Segunda Turma, não participou da sessão.

As delações tratam de suspeitas ligadas à planilha apresentada pela Odebrecht onde constam supostos pagamentos ao PT registrados sob a inscrição “Italiano” e “Pós-Itália”. O Ministério Público afirma que os nomes das planilhas são uma referência a Mantega e ao também ex-ministro petista Antônio Palocci